A confiança é o ato de confiar na análise da veracidade de um facto, devido a experiências anteriores. É a esperança, disposição ou tendência para ver tudo pelo lado bom.

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A autoconfiança é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma ação. Na abordagem psicoterapêutica de Friederike Potreck-Rose e Gitta Jacob (2008), para o aumento da autoestima, a autoconfiança representa um dos quatro pilares desta, sendo definida como “uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho” e inclui as convicções de saber fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar o pretendido, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo.

A autoconfiança torna-se então num dos pontos principais e fortes a ter em conta nos guarda-redes!
É crucial que o guarda-redes domine e consiga manipular todos os seus sentimentos, pensamentos e experiências anteriores que possam ter sido negativas, de modo a que o seu desempenho não seja afetado em situação de treino e de jogo, apoiando-se na sua autoconfiança para atenuar ou apagar tudo o que possa prejudicar a eficácia das ações realizadas e da linguagem corporal transmitida a companheiros e adversários. É certo que um guarda-redes que não tenha confiança em si irá ter a sua performance diminuída, especialmente em situações que exijam maior decisão da sua parte, podendo prejudicar o rendimento da sua equipa.

É necessário adquirir essa autoconfiança, usando sempre as motivações que o levaram a chegar até à situação em que cada um se encontra e preencher a mente de pensamentos positivos, nunca tendo medo de errar nas situações em que for chamado a intervir.

É algo que pode ser tido em conta em situações de treino, mas acredito que a mudança neste aspeto passa muito pela capacidade mental de cada guarda-redes.

TRANQUILO, MENTE POSITIVA E VAMOS A JOGO!!

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