O selecionador mexicano já utilizou Talavera, Ochoa e Corona.

A Copa América Centenário 2016 continua a surpreender nas balizas… Depois de diversas boas exibições dos guarda-redes, um caso fora do vulgar aconteceu na seleção mexicana.

O treinador do México, Juan Carlos Osório, deu a titularidade aos 3 guardiões convocados para a competição nos 3 jogos disputados na fase de grupos e já afirmou publicamente que a sua metodologia de trabalho busca o comprometimento de todos. Tanto que nos três jogos realizados, o selecionador já deu minutos a 21 jogadores, num total de 23 convocados.

Cada onze do treinador colombiano é um terramoto… E nem a baliza foge à regra!

No primeiro jogo, frente ao Uruguai, o treinador do México apostou em Talavera, no segundo, contra a Jamaica, em Ochoa, e por fim, na partida com a Venezuela, o escolhido para defender as redes foi Corona. Três jogos, três guarda-redes diferentes no onze.

Uma situação anormal na história da Copa América que tem um dos seus poucos precedentes na própria seleção do México. Na Copa América de 2001, disputada na Colômbia, Javier Aguirre utilizou Óscar Pérez frente ao Brasil, Adrián Martínez frente ao Paraguai e Oswaldo Sánchez frente ao Perú.

Na edição deste ano, o México foi o vencedor do Grupo C, após vencer o Uruguai por 3-1, a Jamaica por 2-0 e conquistar um empate a uma bola frente à Venezuela, segunda classificada do grupo.

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