Para quem já jogou futebol, ou qualquer outra modalidade, quando se tem uma longa lesão… a possibilidade de reincidência é grande.

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Manuel Neuer, em Março deste ano, partiu o pé e ficou parado por lesão – falhando o resto do campeonato alemão e a Taça das Confederações – regressando há poucas semanas. E, tal o azar, voltou a lesionar-se pouco tempo depois do regresso oficial… e no mesmo local (no pé). Voltou a ser submetido a cirurgia ao pé e irá ter nova paragem de meses.

E como para qualquer de grande calibre – ou não –  recuperar o momento após reincidência de lesões não é fácil. O medo de voltar a ficar parado limita a acção e a tomada de decisão e esse é que, por vezes, influencia o resultado final mais negativo. É necessário ser forte mentalmente e estar estável fisicamente para que tal não aconteça. Mas num cenário real nem sempre acontece isto… E há o receio (justificado) de todos em que Neuer não recupere o rendimento que tinha há pouco mais de 1 ano atrás por esta instabilidade física.

E é a questão que se propõe neste momento que se faça: será melhor ter um maior período de recuperação da lesão e posterior fortelecimento ou voltar à competição mal termine o período de recuperação da lesão apenas (claro com um restabelecimento físico mas menos duradouro em comparação)? Sendo que isto foi o que aconteceu recentemente e não trouxe o resultado desejado. Mas o medo justifica-se por todos os intervenientes – equipa, direcção, preparadores, patrocinadores – quando a instabilidade está a ser uma realidade. Para bem do futebol mas principalmente dos guarda-redes… era bom que isso não acontecesse. Não é bom ter o considerado melhor guardião do mundo de fora por lesões sucessivas…

 

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